Besteirol Alheio

Besteira pouca é bobagem

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Evolução da Internet

Posted on sexta-feira, 9 de março de 2012 by Pinano | 0 comentários
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Pode ser?

Posted on sexta-feira, 12 de agosto de 2011 by Pinano | 0 comentários
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"Gata, meu apelido é Pepsi. Pode ser?"

Fonte: Enviado por Caio Franjinha para Os Vigaristas

Pônei Maldito - Nissan

Posted on segunda-feira, 1 de agosto de 2011 by Pinano | 0 comentários
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Fique com a música na cabeça!
"Eu tenho medo de pôneis fofinhos: MODE ON"

Mulher esperta

Posted on sexta-feira, 17 de junho de 2011 by Pinano | 0 comentários
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Hahahahahaha rachei de rir

Eduardo e Mônica

Posted on by Pinano | 0 comentários
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Publicidade boa é isso! Em 10 dias o vídeo já possui 6776378 visualizações.
E para quem ainda não viu ou quer rever...


Eduardo e Mônica

Legião Urbana

Composição : Renato Russo

Quem um dia irá dizer
Que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração?
E quem irá dizer
Que não existe razão?
Eduardo abriu os olhos, mas não quis se levantar
Ficou deitado e viu que horas eram
Enquanto Mônica tomava um conhaque
No outro canto da cidade, como eles disseram
Eduardo e Mônica um dia se encontraram sem querer
E conversaram muito mesmo pra tentar se conhecer
Um carinha do cursinho do Eduardo que disse
"Tem uma festa legal, e a gente quer se divertir"
Festa estranha, com gente esquisita
"Eu não tô legal", não agüento mais birita"
E a Mônica riu, e quis saber um pouco mais
Sobre o boyzinho que tentava impressionar
E o Eduardo, meio tonto, só pensava em ir pra casa
"É quase duas, eu vou me ferrar"
Eduardo e Mônica trocaram telefone
Depois telefonaram e decidiram se encontrar
O Eduardo sugeriu uma lanchonete
Mas a Mônica queria ver o filme do Godard
Se encontraram então no parque da cidade
A Mônica de moto e o Eduardo de "camelo"
O Eduardo achou estranho, e melhor não comentar
Mas a menina tinha tinta no cabelo
Eduardo e Mônica eram nada parecidos
Ela era de Leão e ele tinha dezesseis
Ela fazia Medicina e falava alemão
E ele ainda nas aulinhas de inglês
Ela gostava do Bandeira e do Bauhaus
Van Gogh e dos Mutantes, de Caetano e de Rimbaud
E o Eduardo gostava de novela
E jogava futebol-de-botão com seu avô
Ela falava coisas sobre o Planalto Central
Também magia e meditação
E o Eduardo ainda tava no esquema
Escola, cinema, clube, televisão
E mesmo com tudo diferente, veio mesmo, de repente
Uma vontade de se ver
E os dois se encontravam todo dia
E a vontade crescia, como tinha de ser
Eduardo e Mônica fizeram natação, fotografia
Teatro, artesanato, e foram viajar
A Mônica explicava pro Eduardo
Coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar
Ele aprendeu a beber, deixou o cabelo crescer
E decidiu trabalhar (não!)
E ela se formou no mesmo mês
Que ele passou no vestibular
E os dois comemoraram juntos
E também brigaram juntos, muitas vezes depois
E todo mundo diz que ele completa ela
E vice-versa, que nem feijão com arroz
Construíram uma casa há uns dois anos atrás
Mais ou menos quando os gêmeos vieram
Batalharam grana, seguraram legal
A barra mais pesada que tiveram
Eduardo e Mônica voltaram pra Brasília
E a nossa amizade dá saudade no verão
Só que nessas férias, não vão viajar
Porque o filhinho do Eduardo tá de recuperação
E quem um dia irá dizer
Que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração?
E quem irá dizer
Que não existe razão?
Fonte da letra: Letras Terra

Burger King cria nova empresa e mira 1 mil lojas no Brasil

Posted on quarta-feira, 15 de junho de 2011 by Pinano | 0 comentários
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Um joint-venture entre a Vinci Partners e a Burger King Corporation (BKC) vai assumir as operações da rede no Brasil, com o nome de Burger King do Brasil, segundo informou a assessoria do grupo nesta quarta-feira. Atualmente, a rede tem 108 restaurantes no País, mas espera alcançar a marca de 1 mil em cinco anos, de acordo com o novo CEO da companhia no território nacional, Iuri Miranda.


Se com 108 unidades eles já possuem receita de 2,5 bilhões/ano imagine quando chegar nas 1 mil. 
Alguém MUITO rico me DOA um dindin para que eu possa abrir uma filial e ajudar a Burger King? (Pensando em ficar rica: Mode ON).


Matéria na íntegra: http://not.economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201106151032_TRR_79760058

Saiba os 10 fatos que as redes de fast-food nunca disseram

Posted on by Pinano | 0 comentários
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10Os brindes oferecidos não são gratuitos


Apesar de parecerem descartáveis, os pequenos brindes, normalmente brinquedos, oferecidos pelas redes de fast-food têm um custo para as empresas e consumidores. Em 2006, as redes gastaram juntas US$ 360 milhões (R$ 588 milhões) em brinquedos, de acordo com relatório da Comissão Federal do Comércio dos EUA. Por outro lado, a arrecadação com os brindes somaram US$ 348,5 bilhões (R$ 569,7 bilhões).


Pior que pra muita gente isso foi uma surpresa... doce inocência...


Matéria na íntegra: http://www.terra.com.br/economia/infograficos/fast-food/

Gran Turismo 5 - Propaganda em São Paulo

Posted on segunda-feira, 25 de abril de 2011 by Pinano | 0 comentários
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Até eu fiquei com vontade de jogar!

Como praticar o networking no dia-a-dia

Posted on quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011 by Pinano | 0 comentários
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Marcelo Miyashita* apresenta dicas e situações de como exercitar o networking em diferentes ocasiões

Ainda não tive a oportunidade de participar de algum curso ou palestra do Marcelo Miyashita mas sempre ouvi falar muito bem dele. Por um erro da secretaria, no dia que liguei na empresa dele para saber mais sobre um dos cursos ela transferiu a ligação diretamente para ele, aí ficou aquele clima de "ué, quem tá falando?". Foi engraçado e ao mesmo tempo tive a oportunidade de, com poucas palavras dele, perceber que é uma pessoa muito simpática.
Os cursos dele não são tão baratos mas pelo que dizem valem cada centavo.
Abaixo segue uma matéria dele sobre Networking. 

Networking não é um acontecimento, é um processo. Muita gente só pensa na sua rede de contatos quando precisa desesperadamente: de uma meta de vendas para cumprir ou de um novo emprego. Infelizmente isso ocorre na maioria dos casos. A pessoa torna-se impertinente, irrelevante e ainda por cima, pedinte. O verdadeiro networking ocorre justamente pela via contrária do oferecimento de ajuda, tempo, disponibilidade e proximidade. É praticar o velho lema “ajude para ser ajudado”. Esse é o desafio do networker.
Não dá para ajudarmos todos nossos contatos e nem tomarmos café com todo mundo todo mês, então, precisamos encontrar fórmulas que viabilizem essa prática. Primeiro, é preciso compreender que nossos contatos não são iguais. Aliás, há uma escala de proximidade que deve estar clara: rede de contatos, rede de conhecidos e rede de amigos.
Rede de contatos: apenas contatos. Nada mais. É o que acontece quando trocamos cartões num evento ou quando alguém entra em contato conosco via e-mail.
Rede de conhecidos: são pessoas mais próximas – não só temos seu contato, mas as conhecemos e somos reconhecidos por elas. É um grupo bem menor.
Rede de amigos: além de familiares e parentes. Claro que vamos sempre priorizar os mais próximos no nosso dia-a-dia. Ligamos, enviamos e-mails e, naturalmente, damos mais atenção e ajuda para eles. Somos networkers com amigos, pois é a essência do relacionamento humano.
O ponto que precisa de mobilização e cuidado são as redes de contatos e conhecidos. Não dá para manter relações com todos como mantemos com os amigos. Até porque um bom networker consegue chegar no que chamo escala dos cinco (50 amigos, 500 conhecidos e 5000 contatos). Então, a questão é como praticar networking com as redes de conhecidos e, principalmente, com as de contatos.
É preciso utilizar um pouco da base do conceito de marketing de relacionamento praticado pelas organizações. Elas estabelecem esse follow-up em massa por meio de ações de comunicação e atividades presenciais segmentadas. Por esse caminho e, sempre fornecendo algo relevante e interessante, é possível nos mantermos ativos com nossos contatos e conhecidos.
A internet tem ajudado muito nesse follow-up. Claro, é preciso praticar com inteligência. Volta e meia eu recebo contatos de pessoas que simplesmente perguntam: E aí? Tudo bem, como vão as coisas? E só. Ou pior, “oi, tudo bem, indica o meu CV para seus amigos?” (?!). O fenômeno dos blogs tem demonstrado um bom caminho. Muitos profissionais, ao criarem e manterem blogs relevantes, bem posicionados, encontram um bom motivo para, por meio de uma prestação de serviços, manterem-se ativos e gerando conhecimento para seus contatos e conhecidos.
É preciso compreender que a prática do networking exige preparação e manutenção de serviços, seja por meio de um blog, promovendo encontros temáticos ou simplesmente, atuando como conector entre as pessoas – levando indicações e ajudando as pessoas, para não só pedir, mas também ajudar.
As redes sociais na internet (Orkut, Plaxo, Linkedin) ajudam a manter os dados dos contatos e conhecidos atualizados. Nesse sentido, é uma boa ferramenta, mas, como disse, isso resolve parte do trabalho. Não adianta ter os dados limpos e atualizados se não há uma mobilização disposta a servir aos contatos e conhecidos.
Rede do Bem
Ser relevante é fundamental para manter a permissão ativa e só conseguimos isso quando prestamos serviços aos nossos contatos. Só para exemplificar, eu tenho vários grupos de contatos, mas, nos últimos anos, um grupo foi ganhando forma e representatividade: meus alunos. Como leciono há 11 anos e aplico cursos abertos e in company há muito tempo também, fui formando muitos alunos. Exatos 3.409 alunos que crescem a cada nova turma ou curso que aplico. É uma massa crítica, atuante no mercado, em posição de média gerência para alta, muitos participam da seleção de profissionais em suas empresas.
Com meus alunos formei o que chamamos de Rede do Bem. Uma rede colaborativa e fechada (só entra na lista quem é aluno) de trocas de vagas de emprego, em que os alunos que contratam priorizam e valorizam os colegas alunos nos processos de seleção. É uma fórmula simples, baseada no envio de boletins via e-mail a cada 15 dias. De 2006, quando a rede foi criada, para cá, foram distribuídas entre os alunos 1.272 vagas de emprego! Ou seja, a cada quinzena eles recebem um comunicado com uma média de 20 vagas de emprego ofertadas pelos próprios alunos para os alunos. Por meio da Rede do Bem, consigo manter contato relevante e pertinente com eles de uma forma que não conseguiria se não buscasse prestar um serviço interessante e válido.
Por isso tudo que praticar networking dá muito trabalho. E a prática correta é totalmente inversa à percepção que algumas pessoas têm: não se faz networking explorando seus contatos para pedir coisas.
Networking se faz ajudando, fornecendo, informando e prestando serviços. Mobilizando-se para as pessoas, conseguindo se manter interessante e não interesseiro. O networker é como um líder: trabalha para servir seus contatos e consegue com eles mais envolvimento, comprometimento e colaboração.
*Marcelo Miyashita é consultor e palestrante da Miyashita Consulting e colunista do Mundo do Marketing. É professor de pós-graduação e MBA, e leciona nas instituições: Cásper Líbero, FGV EAESP GVpec, PUC-SP COGEAE, Madia Marketing School, Trevisan, IMES e IBModa.
Fonte: Mundo do Marketing: Publicado em 28/7/2008 (http://www.mundodomarketing.com.br/materia.asp?codmateria=5096)